quinta-feira, 28 de julho de 2011

Nas Mãos do Oleiro



Jesus... nosso Oleiro. Que essa seja a canção entoada por nossos corações
ao Pai, pois Ele conhece todas as nossas necessidades... Ótima quinta!

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Se Eu Me Humilhar Discopraise e André Valadão

O Templo que Deus deseja habitar

"Mas será possível que Deus habite na Terra? Os céus, mesmo os mais altos céus, não podem conter-te" (1 Reis 8:27).

Salomão fez para o Deus altíssimo o mais belo e suntuoso templo já construído em todos os tempos. Aquela construção em nada se comparou em beleza e riqueza a nada que já tenha sido construído nem depois nem antes dela. No entanto, pouco antes da inauguração do lugar, a presença de Deus encheu o templo em forma de uma fumaça escura, enchendo todos ali de grande temor.

E ao olhar para o céu, o rei mais sábio de todos os tempos, caiu em si e percebeu que a soberania de Deus não era contida nem pelos céus, o que dirá por um templo feito por mãos... E Salomão em toda sua glória se humilhou diante de Deus reconhecendo que ele era nada e mesmo que entregasse ao Altíssimo tudo o que possuía, ainda assim não chegaria nem perto do que o Senhor verdadeiramente merece.

Quando estamos na presença de Deus, reconhecemos nossa condição de pecadores. Precisamos nos humilhar e reconhecer nossa condição para nos aproximarmos Dele em oração. Quando estamos cheios do Espírito Santo, não cabe em nós nenhum sentimento que nos afaste Dele.

Estaremos sempre humilhados ao compreender que esse Deus é digno de reverência, (que os céus não podem conte-lo) e Seu real desejo é viver em nós através do Espírito Santo.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

A voz de Deus

Sentado no seu carro, ele começou a pedir: “Deus! Se ainda falas com as pessoas, fale comigo. Eu irei ouvi-Lo. Farei tudo para obedecê-Lo”. Enquanto dirigia pela rua principal da cidade, ele teve um pensamento muito estranho: "Pare e compre um galão de leite". Ele balançou a cabeça e falou alto: "Deus? É o Senhor? Ele não obteve resposta e continuou dirigindo-se para casa. Porém, novamente, surgiu o pensamento: "Compre um galão de leite". O jovem pensou em Samuel e como ele não reconheceu a voz de Deus, e como Samuel correu para Ele. Isso não parece ser um teste de obediência muito difícil... Ele poderia também usar o leite.

O jovem parou, comprou o leite e reiniciou o caminho de casa. Quando ele passava pela sétima rua, novamente ele sentiu um pedido: "Vire naquela rua". “Isso é loucura...” Pensou! E passou direto pelo retorno. Novamente ele sentiu que deveria ter virado na sétima rua. No retorno seguinte, ele virou e dirigiu-se pela sétima rua. Meio brincalhão, ele falou alto: "Muito bem, Deus. Eu farei". Ele passou por algumas quadras quando de repente sentiu que devia parar. Ele brecou e olhou em volta. Era uma área mista de comércio e residência. Não era a melhor área, mas também não era a pior da vizinhança.

Os estabelecimentos estavam fechados e a maioria das casas estavam escuras, como se as pessoas já tivessem ido dormir, exceto uma do outro lado que estava acesa. Novamente, ele sentiu algo: "Vá e dê o leite para as pessoas que estão naquela casa do outro lado da rua". O jovem olhou a casa. Ele começou a abrir a porta, mas voltou a sentar-se. "Senhor, isso é loucura. Como posso ir para uma casa estranha no meio da noite?" Mais uma vez, ele sentiu que deveria ir e dar o leite. Inicialmente, ele abriu a porta... "Muito Bem, Deus, se é o Senhor, eu irei e entregarei o leite àquelas pessoas. Se o Senhor quer que eu pareça uma pessoa louca, muito bem. Eu quero ser obediente. Acho que isso vai contar para alguma coisa, contudo, se eles não responderem imediatamente, eu vou embora daqui".

Ele atravessou a rua e tocou a campainha. Ele pôde ouvir um barulho vindo de dentro, parecido com o choro de uma criança. A voz de um homem soou alto: "Quem está aí? O que você quer?" A porta abriu-se antes. De pé, estava um homem vestido de jeans e camiseta. Ele desconhecido em pé na sua soleira. "O que é?" O jovem entregou-lhe o galão de leite. "Comprei isto para vocês". O homem pegou o leite e correu para dentro falando alto. A mulher pegou o leite e foi para a cozinha. O homem a seguia segurando nos braços uma criança que chorava.

Lágrimas corriam pela face do homem e, ele começou a falar, meio soluçando: "Nós oramos. Tínhamos muitas contas para pagar este mês e o nosso dinheiro havia acabado. Não tínhamos mais leite para o nosso bebê. Apenas orei e pedi a Deus que me mostrasse uma maneira de conseguir leite". Sua esposa gritou lá da cozinha: "Pedi a Deus para mandar um anjo com um pouco... Você é um anjo?"

O jovem pegou a sua carteira e tirou todo dinheiro que havia nela e colocou-o na mão do homem. Ele voltou-se e foi para o carro, enquanto as lágrimas corriam pela sua face. Ele experimentou que Deus ainda responde os pedidos.

(Autor desconhecido)

Que Deus fale em seu coração através deste texto assim como falou ao meu. Quando obedecemos a voz de Deus, não apenas agradamos Seu coração, como também nos tornamos bênção para o nosso próximo, seja direta ou indiretamente.

Deus abençoe grandemente a todos!

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Enquanto eu Respirar - Adoração & Adoradores

Adoração

No passado, o conceito sobre adoração era totalmente centralizado em música. Adoração, para era sempre a música antes da pregação ou as músicas lentas depois do "louvor". Era comum pensar que adoração era um tempo de cantar, tocar instrumentos e erguer as mãos ao Senhor. Esse tempo gasto em Sua presença é grandioso. Mas quando a música terminava e o período de adoração acabava, era hora de ofertar, ouvir a palavra e viver o resto da semana.

Para a maioria de nós, a adoração tem esse espaço em nossas vidas. Devido à agendas cheias, hábitos formados ou falta de ensino apropriado que isso aconteceu não sabemos, mas a adoração foi compartimentada e definida como algo que não corresponde a realidade.

Adoração não é apenas uma canção. Não é somente dança. Não é apenas uma preparação para a pregação. Não é um mandamento. Adoração é uma resposta. O dicionário oferece três grandes definições de adoração:

1. o ato de adorar, especialmente reverentemente;

2. considerar com grande temor e devoção;

3. sentir um amor profundamente dedicado.

A adoração é uma resposta ao amor. Se amamos alguém, isso afeta nossos pensamentos, nossas ações, e nossos corações. Atos de adoração são uma resposta a esses efeitos. Esse amor enche nossa vida até ao ponto que em que tudo se torna uma expressão desse amor.

Podemos adorar ao Senhor com músicas, em dança, ao ofertar, em como nos conduzimos nos nossos empregos, em como tratamos outras pessoas, e em como vivemos nossas vidas. Romanos 12:1 ensina-nos que oferecer nossos corpos como sacrifícios vivos, santos e agradáveis a Deus é nosso ato espiritual de adoração. Nossa vida inteira deve ser um ato de adoração que renda louvor a Ele. E como a Palavra promete, Deus habita em meio aos louvores de Seu povo.

By Jeremiah Bowser

sexta-feira, 3 de junho de 2011

De Betel para Peniel

Um amigo meu, cerca de um ano atrás, estava a poucos quilômetros de casa e o seu carro bateu na traseira de um caminhão. O estrago foi intenso, mais especificamente no local do motorista do carro. Não aconteceu nada com o condutor, mas o carro ficou no concerto por vários meses. Hoje, depois de tanto tempo, ao andar com o carro reparado ele se lembra do cuidado de Deus! Esta experiência veio-lhe como um chamado à santidade. Pelo fato da pessoa conhecer o caminho, confiar em suas habilidades e não atentar para as medidas de segurança, as estatísticas dizem que a maioria dos acidentes de transito acontece PERTO DE CASA.

Jacó, após ter enganado o pai e o irmão Esaú foge de seu lar (Berseba) rumo à casa do tio Labão (Harã). Neste trajeto ele para a fim de descansar em um deserto fazendo de uma pedra seu travesseiro (Gn 28.11). É exclusivamente neste momento que Jacó tem uma visão de Deus, a visão da escada. Ao despertar do sonho Jacó percebe que foi o próprio Deus quem havia falado com ele: “E temendo disse: Quão temível é este lugar! É a CASA DE DEUS, a porta dos céus” (Gn 28.17). Da mesma pedra em que dormiu, Jacó a ergue em coluna, derramando azeite e chamando aquele lugar de BETEL, que significa: CASA DE DEUS (Gn 28.18-22).

Passam-se alguns anos, Jacó se enriquece, casa com duas esposas (Lia e Raquel), está com seus onze filhos e até mesmo já havia voltado para a terra de seus pais. Na ocasião em que Jacó caminha a fim de se reconciliar com Esaú ele atravessa o vau de Jaboque (Gn 32.22-32) e é neste instante em que luta uma noite inteira com Deus. Este último, vendo que não podia com Jacó, tocou na articulação de sua coxa, deslocando-a. Sabe-se que a coxa o centro da força de um lutador (v.31), a força natural de Jacó diminui podendo assim reconhecer a força soberana do Deus Yavé. “Não te deixarei ir se me não abençoares” (v.26b) – diz Jacó no moemento d lucidez. Neste vale Jacó encontrou-se com o próprio Deus e teve o seu nome mudado de Jacó – USURPADOR; para Israel – PREVALECENTE. Aquele lugar chamou Jacó de PENIEL, pois disse: “vi a Deus FACE A FACE e minha vida foi salva”.

É interessante perceber que em Betel Jacó teve um encontro com a CASA DE DEUS, mas, em Jaboque, ele encontrou-se com O PRÓPRIO DEUS.

Identifique-se com Jacó. Quando era imaturo reconheceu a casa de Deus, temeu-o, mas continuou a caminhada. Demorou-se muitos anos (só para se casar foram 14) para que Jacó encontrasse realmente com O Senhor da casa. Quantos de nós estamos dentro da “casa de Deus”. Um lugar propício para se emocionar, sorrir, bater palma, “sentir-se bem”. Muitos ficam até impressionados com os talentos, títulos, programações. Outros se envolvem, fazem, fazem e fazem. Entretanto muitos tiveram apenas um encontro com a CASA DE DEUS mas não com o PRÓPRIO DEUS. No momento em que Jacó encontra-se com o Seu Senhor o seu nome é mudado. O nome naquela época e ocasião representava a identidade da pessoa. Ao se apresentar para alguém e proclamar o nome já se dizia muito sobre o caráter. Será que o seu nome continua o mesmo? Quando existe um encontro ‘face a face’ com o Soberano, nossa vida “NUNCA MAIS É A MESMA”. Muitos de nós encontramo-nos iludidos com a estrutura, enganados com a religião, abafados como o pecado e perdem o momento do Peniel.

Chegou o momento de parar. Hora de desligar todos os ruídos embutidos em sua existência. Cuidado com os cruzamentos em sua jornada. Há momentos que são como se você estivesse dando voltas e sempre ao enfrentar os mesmos cruzamentos, não observar a placa PARE, correndo o risco da 'falta de preferência'. É certo que cada vez que se passa pelo mesmo caminho, você aprende, amadurece. Entretanto, a velocidade também aumenta e com elas os riscos de acidentes. Lembrando que estes são mais comuns PERTO DE CASA. Cuidado para não se acidentar em BETEL.

Texto escrito em um devocional por minha disíipula Angélica Anaira